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Rui Garcia: “Tenho saudades da Tasca das Bifanas e de andar à vontade na rua”

O "Charroque da Prrofundurra" respondeu ao questionário da New in Setúbal sobre este confinamento.
Rui Garcia é o fundador da marca Charroque da Prrofundurra.

Rui Garcia, mais conhecido como “Charroque da Prrofundurra”, está a passar o seu segundo confinamento com a mulher e as duas filhas. Apesar de estar fechado em casa, confessa que “nunca se sentiu entediado”, já que continua a criar os modelos da marca Charroque da Prrofundurra e a fazer os seus vídeos humorísticos sobre episódios da atualidade e do universo setubalense.

O empresário foi a primeira personalidade da cidade a aceitar o desafio de responder ao questionário da New in Setúbal sobre o confinamento. Falou sobre as séries que está a ver atualmente, das saudades que tem de andar à vontade na rua sem as restrições da pandemia e de como está farto dos hambúrgueres da McDonald’s.

Com quem é que está a passar o confinamento?
Estou a passar com as minhas duas filhas e a minha esposa, dois a três dias por semana, porque tem ela mesmo que ir ao local de trabalho.

Qual é a série de televisão que está a ver neste momento?
Estou a ver os pilantras dos “Peaky Blinders” e comecei a ver “Alice in Borderland”. Tenho o “Walking Dead” a meio.

Recomende-nos um livro que nunca devemos ler durante a pandemia.
“O Livro Branco”.

Aproveitou este período para ver algum filme clássico?
Não gosto de rever filmes, tirando o “Gato Preto, Gato Branco”, de Emir Kusturica, que já vi umas 20 vezes.

Qual é a peça de roupa que mais repetiu durante estes dias?
As sweatshirts com capuz do Charroque da Prrofundurra feitas por mim.

Conte-nos o motivo da sua maior discussão familiar nesta fase?
O facto de as minhas filhas não quererem arrumar a loiça na máquina. 

Depois deste confinamento, qual é a comida que nunca mais vai querer ver à frente?
Os hambúrgueres da McDonald’s.

Tem feito algum tipo de exercício físico?
Não tenho feito, mas estou com vontade de praticar alguma atividade.

Qual é o local da cidade de que tem mais saudades?
Tenho saudades da Tasca das Bifanas da Esperança e Toninho no Mercado do Livramento e de estar em qualquer local livre da pressão pandémica e social.

Conte-nos aquele momento em que o tédio o levou a fazer o impensável.
Eu sou filho único e aprendi a divertir-me sozinho facilmente. Por isso, por incrível que pareça, neste ano nunca estive entediado.

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