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O retrato do confinamento em Setúbal: uma cidade vazia e sem vida

A New in Setúbal esteve a passear pelas zonas mais movimentadas de Setúbal e mostra-lhe uma cidade deserta.
As ruas da Baixa estão desertas.

Por causa do aumento do número de casos de infeção pelo novo coronavírus, o País entrou num novo período de confinamento desde o dia 15 de janeiro. Apenas as escolas se mantêm abertas, entre outros serviços considerados essenciais, e que fazem parte das exceções decretadas pelo governo. 

Tal como em março, a maioria das cidades do País está com as ruas vazias e Setúbal não é exceção. Esta terça-feira, 19 de janeiro, a New in Setúbal passou pelas zonas mais movimentadas e mostra-lhe como a cidade está a viver o período de confinamento. 

A Praça do Bocage, por exemplo, está completamente deserta. Os cafés e as esplanadas estão fechados e o silêncio das ruas é apenas interrompido pelo som do relógio da torre da Igreja de S. Julião ou o barulho dos carros e transportes públicos, que circulam na Avenida Luísa Todi. 

Seguindo pelas ruas do centro histórico, o cenário mantém-se assim. No caso da Avenida Luísa Todi, há mais movimento, sobretudo por causa do Mercado do Livramento, que continua aberto para as pessoas fazerem as compras habituais do dia a dia. Mas nada que se assemelhe ao cenário a que estávamos habituados.

Na frente ribeirinha da cidade junto à lota comercial e Avenida José Mourinho, apenas se veem os pescadores a carregar alguns baldes de peixe e a consertar as redes. Na marginal da Praia da Saúde só circulam pessoas a correr, a caminhar ou a passear o cão. 

A seguir, carregue na galeria para ver como estão as principais zonas da cidade. 

 

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