na cidade

DGS: “Hospitais devem assegurar presença de um acompanhante durante o parto”

Perante as queixas recentes, Graça Freitas voltou a reforçar a obrigatoriedade deste "direito legalmente reconhecido".
Ainda assim, a presença está sujeita a um conjunto de regras.

A ministra da saúde foi confrontada no dia 8 de outubro, quinta-feira, com mais uma de várias queixas feitas por mulheres grávidas que viram ser-lhes negado o direito de ter um acompanhante durante o parto. Marta Temido reafirmou a orientação da Direção-Geral da Saúde nesse sentido.

Um dia depois, durante a conferência de imprensa de atualização da pandemia, realizada esta sexta-feira, 9 de outubro, Graça Freitas garantiu a emissão de uma atualização dessa mesma orientação, para que ela seja “inequívoca”.

“Houve uma alteração e fica dito claramente que as unidades hospitalares devem assegurar as condições necessárias para garantir a presença de um acompanhante durante o parto”, notou a diretora-geral da saúde.

Contudo, essa presença está sujeita a um controlo e um conjunto de regras. Desde logo, o acompanhante não poderá ter quaisquer sintomas, nem ter estado com alguém infetado com Covid-19 nos últimos 14 dias antes do parto.

“Será permitido apenas um acompanhante, sem qualquer troca, e ele deve estar com equipamento de proteção individual, que é muito mais do que uma simples máscara cirúrgica”, explicou Graça Freitas. Além disso, deverá ser evitado qualquer tipo de contacto do acompanhante com outros utentes dos hospitais.

tags: acompanhante, Covid-19, DGS, ministra da saúde, parto

outros artigos de na cidade

mais histórias de Setúbal