na cidade

Andar de transportes sem redução da lotação máxima é de “alto risco”, admite DGS

Entidade definiu como "contacto com exposição de alto risco" quem viaje sem paragens frequentes ou redução da lotação máxima.
A nova norma já foi publicada.

A Direção-Geral da Saúde define como “contacto com exposição de alto risco” quem viaje em meio de transporte que não efetue paragens frequentes ou que não tenha redução da lotação máxima. Tudo isto consta de uma nova norma, agora publicada.

Segundo a “Lusa”, citada pelo “JN“, a norma “Covid-19: Rastreio de contactos”, publicada no site da Direção-Geral da Saúde (DGS) com a data de sexta-feira, 24 de julho, não especifica os meios de transporte considerados nesta análise, além de navios e aeronaves, mas diz que é considerado “contacto com exposição de alto risco” qualquer viagem em “outro meio de transporte” que “não tenha boa ventilação, não efetue paragens frequentes com abertura de portas e não tenha redução da lotação máxima”.

Quanto às viagens em navios, a DGS considera que fica exposto a risco elevado quem seja “companheira de viagem, partilhe a mesma cabine, efetue prestação direta de cuidados e seja tripulante de bordo”.

Também a viagem com caso de Covid-19 numa aeronave aparece na grelha dedicada a “exposição de Alto Risco”, alertando-se quem “esteja sentada até dois lugares para qualquer direção em relação ao caso”, sendo, por fim, frisado que “todas as pessoas podem ser consideradas como contacto” se o caso detetado apresentar “sintomatologia grave ou grande movimentação dentro da aeronave”.

A par destas explicações sobre transportes, a DGS alerta para a exposição maior de pessoas que tenham contacto frente a frente com uma pessoa infetada, especificando que o risco aumenta quando a distância é de menos de dois metros e durante 15 minutos ou mais.

tags: Covid-19, DGS, lotação máxima, pandemia, transportes

outros artigos de na cidade

mais histórias de Setúbal