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Seja de comer ou de beber, estes são os 6 iogurtes mais saudáveis do mercado

A nutricionista Catarina Faria contou à NiT todos os critérios a ter em conta ao comprar este produto tão popular.
As compras nunca mais serão iguais.

Na hora de preparar o lanche dos miúdos, o iogurte costuma ser um elemento indispensável para muitos pais, que o consideram uma opção prática e saudável, seja líquido ou de comer à colher. A nutricionista Catarina Faria vai de encontro a esta ideia, ao defini-lo como “um alimento importante num regime alimentar equilibrado”, que tem ainda as vantagens de ser uma alternativa “versátil e saciante para incluir entre as refeições principais”.

Destaca, igualmente, o facto de ser uma “importante fonte de cálcio e fósforo”, dois micronutrientes essenciais na prevenção da osteoporose, uma vez que “ajudam a diminuir a perda de massa óssea associada ao avançar da idade”. Segundo a especialista, “um iogurte possui cerca de 15 a 20 por cento da quantidade diária recomendada de cálcio”.

“Rico em proteína”, contribui também para “tornar as refeições mais saciantes e pode ser uma opção bastante viável para um pós treino, graças à sua praticidade”. Já o “elevado teor de potássio, magnésio e vitaminas do complexo B” auxiliam “na saúde mental e nos processos cognitivos”.

“Por integrar na sua constituição bactérias vivas, como bifidobactérias e lactobacillus, que ajudam a melhorar a saúde do sistema digestivo”, “o iogurte pode ser considerado um probiótico”.

Apesar dos múltiplos benefícios, a autora do blogue “My Best Self” lembra que, como em tudo na vida, há casos e casos, pelo que é fundamental ter especial atenção na hora de escolher qual colocar na lancheira, seja na dos mais novos ou mesmo na sua.

Eleger “um iogurte com uma lista de ingredientes curta, evitando propostas que possuam natas, açúcar como um dos primeiros ingredientes ou aditivos alimentares como conservantes e adoçantes artificiais”, é “o critério mais importante”, começa por dizer. “Um bom iogurte precisa de apenas dois componentes: leite e fermentos lácteos”, garante.

Acrescenta que “o teor de açúcar não deve ultrapassar os 10 por cento e o de gordura os 20 por cento”, e que o ideal é ficar longe de “iogurtes que contenham mais de 5/6 gramas de açúcares por 100 gramas”. Lembra, no entanto, que estes “nunca serão completamente isentos de açúcar”, uma vez que o contém “naturalmente”.

Assim, “batidos” e “cremosos”, bem como aqueles que têm cereais, chocolate ou pedaços de fruta, também devem ser deixados na prateleira do supermercado, uma vez que “pressupõem um teor de gordura e/ou de açúcar mais elevado”. Decida-se sempre “pela versão natural e, se necessário, adicione fruta em casa”, aconselha a autora do blog “My Best Self”. Sublinha, igualmente, que se deve “dar preferência a iogurtes naturais, como gregos ligeiros ou magros de aromas adoçados com stevia”.

“Para pessoas com um apetite exacerbado, que estejam num processo de emagrecimento ou com maiores necessidades proteicas/calóricas, pode fazer sentido optar por iogurtes com maior teor proteico”. Ressalva, porém, “apesar de serem uma excelente forma de adicionar proteína ao dia alimentar”, o consumo de alternativas proteicas com adoçantes artificiais e outro tipo de aditivos precisa de ser com maior moderação.

Por último, indica que quem prefere versões sem lactose, com bífidos ou de origem vegetal, deve guiar-se pelos mesmos parâmetros ao preparar a lista de compras. Para lhe facilitar a vida, aponte as que consideram serem as seis opções mais saudáveis disponíveis no mercado.

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