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DGS pondera terceira dose para casos específicos: e pode chegar a 100 mil pessoas

Reforço da vacinação contra a Covid-19 tem sido alvo de debate. Henrique Gouveia e Melo salienta que não será "reforço geral".
Só em casos especiais.

À imagem do que já acontece noutros países, é possível que Portugal avance para a administração de uma terceira dose de vacinas contra a Covid-19.

Foi o próprio Henrique Gouveia e Melo, coordenador da logística de vacinação no País, que admitiu que a Direção-Geral da Saúde (DGS) já está a ponderar essa possibilidade. A terceira dose, no entanto, não deverá ser um “reforço geral” à população, cita a “TVI24” de declarações proferidas esta terça-feira, 24 de agosto.

Gouveia e Melo realçou que a decisão ainda não foi tomada e que caberá à DGS porque “ainda não há certeza científica”. “São casos pontuais e não uma terceira dose generalizada”.

Gouveia e Melo admitiu que poderão ser cerca de cem mil as pessoas abrangidas pela terceira dose de vacinação contra a Covid-19, com o reforço a direcionar-se em particular para casos de imunodeprimidos ou doentes que estejam a fazer um tratamento específico que os deixe mais vulneráveis ao impacto da Covid-19.

Recorde-se que em Portugal mais de 71 por cento da população já completou o esquema vacinal. Nesta fase as vacinas já estão a ser administradas a menores a partir dos 12 anos.

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