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Nesta exposição vai recordar (ou conhecer) tudo o que se passou nos últimos 50 anos

A mostra “25 de Abril de 1974: 50 anos depois... revisitar a História através da memória documental” está patente até junho.
A entrada é gratuita.

Na altura do Estado Novo, expressar uma opinião era um passe direto para a prisão e para a tortura. Passados 50 anos, é necessário relembrar que esta foi uma realidade vivida no nosso País — e também no nosso concelho — de uma forma mais ou menos leve.

É precisamente esse o objetivo da exposição “25 de Abril de 1974: 50 anos depois… revisitar a História através da memória documental”, inaugurada no passado sábado, 23 de março, no Museu do Trabalho Michel Giacometti. A mostra, organizada pela autarquia, tem “uma linha cronológica, ilustrações, jornais e livros, que ilustram alguns dos momentos e intervenientes”. Vai estar patente até 29 de junho e a entrada é gratuita.

No dia da inauguração, esteve presente o historiador local Alberto Pereira. A sessão foi animada ainda com as melodias das “Senhas de Abril”, cantadas por Rui do Cabo e pelo Grupo Coral Alentejano Os Amigos dos Sadinos. “25 de Abril de 1974: 50 anos depois… revisitar a História através da memória documental”, pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 10 às 18 horas, e aos sábados, das 14 às 18 horas.

Recorde o artigo da NiS sobre a programação do projeto que assinala os 50 anos do 25 de Abril, que inclui concertos gratuitos de Marisa Liz e as convidadas especiais A garota não e Cláudia Pascoal, além de António Zambujo e ainda os Wet Bed Gang. Há cerca de 50 atividades a desenvolver durante o período de celebrações, organizadas em conjunto com as juntas de freguesia e movimento associativo, que decorrem até 2025. Pode consultar o programa completo no site oficial do Venham Mais Vinte e Cincos.

Carregue na galeria para ver imagens, cedidas por Helena de Sousa Freitas, de alguns murais pintados em Setúbal entre os anos 90 e 2000.

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