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“Alice in Borderland”: a série da Netflix com jogos sádicos que é parecida com “Squid Game”

É uma série japonesa que já está nas tendências da plataforma de streaming. A segunda temporada está a caminho.
É muito viciante.

Nas últimas semanas, e sem nada o fazer prever, a série sul-coreana “Squid Game” tornou-se um fenómeno global na Netflix. Milhões de pessoas em todo o mundo assistiram aos nove episódios desta história que se centra numa competição sádica jogada por pessoas em situações de desespero. Se conseguirem sobreviver e chegar ao fim, recebem uma quantia exorbitante de dinheiro suficiente para resolver todos os seus problemas de dívidas.

Em dezembro do ano passado, tinha estreado na mesma plataforma de streaming uma série com uma premissa semelhante. A produção japonesa “Alice in Borderland” — baseada numa saga de manga — conta a história de três amigos outsiders que se veem envolvidos em jogos sádicos.

Eles são Arisu, Karube e Chota. Enquanto vagueiam um dia por Tóquio, na sua vida de relativa marginalidade, apercebem-se de que a população da cidade quase desapareceu por completo de um momento para o outro. Os três são obrigados a participar em jogos sádicos pela sobrevivência.

Estes jogos envolvem usar a força física, a inteligência e a habilidade de influenciar as poucas pessoas que restaram em Tóquio. Enquanto tentam perceber no que se meteram e o que lhes está a acontecer — e como podem regressar às suas vidas normais — dão por si envolvidos em circunstâncias cada vez mais difíceis.

Ao mesmo tempo, vão ser obrigados a escolher entre a própria vida e as dos seus amigos. Tal como em “Squid Game”, neste processo vai haver perdas dolorosas pelo caminho, inevitabilidades difíceis de aceitar e superar, e um desejo de perceber quem está por trás daquilo (e porquê).

Os jogos são diversos. O primeiro, o mais simples, consiste apenas num desafio em que cinco jogadores têm de escolher entre duas portas para conseguirem estar um passo mais perto de conseguirem sair do edifício — cada vez que passam a um próximo nível, o tempo para fazerem a escolha torna-se menor.

Noutro jogo, têm de encontrar a “zona segura” dentro de um prédio. Além de a terem de encontrar, têm de evitar serem atingidos por uma bala de um atirador. “Alice in Borderland” explora as três personagens iniciais, mas também outras que ali estão e que vão ter papéis preponderantes na narrativa. Acabamos por perceber o que os move, as motivações para tomarem certas atitudes ou terem mais ou menos compaixão pelos outros.

Apesar de ainda não haver data de estreia prevista, está confirmado — ao contrário de “Squid Game” — que “Alice in Borderland” vai ter uma segunda temporada. As gravações começaram em julho.

Leia também o artigo da NiT sobre como a vida do criador de “Squid Game” inspirou a criação da série — e conheça as sapatilhas que se tornaram um sucesso viral por causa da mesma história.

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