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A série mais divertida da Netflix revela os segredos dos filmes épicos de Natal

Depois dos brinquedos e dos blockbusters, chegou o capítulo "Os Filmes de Natal da Nossa Infância”.
Ninguém resiste aos filmes de Natal

É uma das séries mais divertidas da Netflix. O primeiro capítulo, “Os Brinquedos da Nossa Infância“, conta a história de como os desenhos animados se transformaram em brinquedos épicos — ou vice-versa. Foi assim com os Transformers, os GI Joe ou a LEGO. 

Depois, veio o segundo capítulo: “Os Filmes da Nossa Infância”. Aqui, ficámos a conhecer os bastidores do romance de “Dirty Dancing“, as aventuras de Bruce Willis em “Die Hard” e outras histórias desconhecidas dos super blockbusters do cinema nos anos 80 e 90 — como a NiT já explicou num artigo.

Agora, chegou a parte d’“Os Filmes de Natal da Nossa Infância”, que, seguindo a mesma lógica dos antecessores, nos revela os episódios mais engraçados dos êxitos de bilheteira no cinema durante esta altura do ano. Os dois primeiros episódios já estão disponíveis na plataforma e falam sobre os filmes “Elf — O Falso Duende” e “O Estranho Mundo de Jack”.

Cada episódio dura cerca de 45 minutos e leva-nos desde os primeiros esboços das ideias dos argumentistas até ao produto final tal qual foi visto nos grandes ecrãs de todo o mundo. No caso de “Elf”, ficamos a saber que parte da inspiração de David Berenbaum veio de programas dos anos 60, que o guarda-roupa quase levou Jon Favreau a ter problemas com a Justiça ou que o elenco poderia ter como estrelas Chris Farley, Gary Shandling e Katie Holmes em vez de Will Ferrell, James Caan e Zooey Deschanel.

Por sua vez, “O Estranho Mundo de Jack”, que foi produzido em 1993, tem curiosos detalhes sobre a tecnologia da época, como o facto de terem sido necessárias 100 mil imagens feitas em stop-motion para compor o filme. Além disso, a ideia para este filme acompanhou Tim Burton desde os anos 80, quando fazia animação para a Disney. Também ficamos a saber que, apesar de Michael McDowell ter sido contratado inicialmente para escrever parte do guião, o excesso de trabalho levou-o a ceder o lugar a Caroline Thompson.

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