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A nova série documental da Netflix conta a história dos maiores roubos de sempre

“Os Grandes Assaltos da História” tem seis episódios e está disponível desde o dia 14 de julho.
São três histórias.

Depois de “Isto é um Assalto: O Maior Roubo de Arte do Mundo”, a Netflix volta a apostar numa série documental centrada em casos reais (e épicos) de roubos. “Os Grandes Assaltos da História” chega à plataforma de streaming esta quarta-feira, 14 de julho. Ao todo, são seis episódios que relatam três crimes.

Cada realizador envolvido neste projeto — Derek Doneen, Martin Desmond Roe e Nick Frew — ficou encarregue de contar a história de um caso em dois capítulos. Esta é uma produção da Dirty Robber, a produtora por trás da vencedora do Óscar de Melhor Curta-Metragem deste ano, “Dois Perfeitos Estranhos”.

A ideia foi usar reconstituições dinâmicas, uma edição frenética e entrevistas com os principais intervenientes — o resultado é uma série documental feita como se se tratasse de um filme de ação, na linha de “Ocean’s Eleven – Façam as Vossas Apostas” ou “Apanha-me se Puderes”.

Um dos assaltos foi feito por uma jovem mulher de 21 anos, que roubou vários milhões de dólares que pertenciam aos poderosos casinos de Las Vegas. Noutro assalto, um homem que queria muito ser pai rouba uma fortuna no aeroporto de Miami — e é através de programas de televisão que evita ser apanhado. Por fim, um pai de família do estado do Kentucky é acusado de um dos maiores furtos de Bourbon da história.

Ao longo da série, percebe-se como é que estes criminosos escolheram os alvos, acompanhar o planeamento meticuloso que antecipou os golpes, entender como foram bem-sucedidos — pelo menos até terem sido apanhados pelos erros que cometeram (e que também são explorados nesta série documental).

Além de entrevistas com os próprios protagonistas dos assaltos, há depoimentos das suas famílias, dos cúmplices e dos investigadores que os capturaram e os levaram à justiça. Muitos dos testemunhos chegam a ser comoventes e profundos.

Por ser uma série com um tom mais leve e animado do que muitas produções que relatam crimes da vida real — o objetivo foi apenas contar histórias de assaltos que não envolviam mortes nem grandes atos de violência. A ideia também passava por humanizar estes roubos e contá-los de forma divertida.

“Definitivamente são coisas que as pessoas não deviam fazer — não devem roubar 100 milhões de dólares do governo federal — mas funciona como um desejo a cumprir”, descreveu, citado pela “Entertainment Tonight”, o realizador Martin Desmond Roe.

Nick Frew acrescenta à mesma publicação que, apesar de se centrar em criminosos, “as pessoas vão envolver-se e vão ficar surpreendidas pela jornada emocional” das histórias. Vão ficar “envolvidas nas narrativas de redenção e de arrependimento”.

Se estiver à procura de outras novidades da Netflix (e de mais plataformas de streaming), carregue na galeria.

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