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A banda setubalense Da Bad Juju’s Band apresentou o novo videoclip

A música "Circus" foi lançada a 13 de outubro. O vídeo foi gravado em Setúbal e no rio Sado.
O projeto tem influências do jazz e rock n’ roll.

Chama-se Da Bad Juju’s Band e é um dos mais recentes projetos musicais feitos em Setúbal. O grupo formado por João Figueiras (bateria), Tó Pacheco (violoncelo), João Santos (guitarra elétrica e voz), Jaime Almeida (clarinete e saxofone) e Gonçalo Alegre (guitarra elétrica) nasceu em maio e este mês lançou o seu videoclip de estreia “Circus”.

A música está disponível no YouTube desde o dia 13 de outubro, terça-feira, e tem como cenário principal o rio Sado e a serra da Arrábida. A New in Setúbal falou com os músicos sobre o nascimento da banda, a sua principal inspiração para compor as músicas e o novo videoclip.

Há quanto tempo foi criado o projeto?
O Da Bad Juju’s Band formou-se em maio deste ano ainda num formato virtual. Devido à pandemia de Covid-19 e à proibição de aglomeração de pessoas, factor que afetou os concertos presenciais, fomos obrigados a criar novas ideias como forma de sustento. Por isso, fizemos um videoclip da versão de “Epistrophy”, uma música de Thelonious Monk. Depois do desconfinamento, a banda cresceu e atualmente é composta por João Figueiras (bateria), Tó Pacheco (violoncelo), João Santos (guitarra elétrica e voz), Jaime Almeida (clarinete e saxofone) e Gonçalo Alegre (guitarra elétrica). Todos nós contribuímos para a criação das músicas originais, tanto na vertente da letra como no instrumental.

Como definiriam o vosso estilo de música?
Bad Juju’s Band partem da sonoridade do jazz e do rock n’ roll. Ainda assim, nós gostamos mais de lhe chamar swing n’ roll, sendo que não nos limitamos a nenhum estilo em específico e procuramos apostar sempre no improviso.
 
Qual a inspiração para o videoclip de estreia “Circus”?
O novo videoclip de estreia, com a colaboração da cantora Adriana Rebelo, é inspirado nas várias maneiras de viver e de estar na vida. Basicamente é mais focado na ideia de uma vida boémia e nómada.
 
Porque escolheram o nome Da Bad Juju’s Band?
O nome da banda baseia-se na expressão dos músicos de blues antigos. Supostamente queria transmitir uma vibe estranha, como ‘má sorte’ ou um mau pressentimento. Por isso, quisemos pegar nisso e transformar em algo alegre.
 
Que projetos têm pensados para os próximos tempos?

Neste momento queremos dar continuidade à banda. Temos já vários concertos marcados para eventos privados e dia 23 de novembro vamos para o estúdio Lemon Drops gravar um novo single. 

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