Rihanna, Rosalía ou Michelle Obama, por exemplo, são nomes habituais (ou, pelo menos, expectáveis) nas listas das celebridades com mais estilo. Este ano, ao lado de várias estrelas da música, do cinema ou da política, há uma surpresa. O Papa Leão XIV é considerado um novo ícone da moda.
Robert Francis Prevost, o novo Pontífice eleito em maio, foi considerado pela revista “Vogue” como uma das figuras mais bem-vestidas de 2025. A lista conta com 55 personalidades e inclui também Bad Bunny ou Timothée Chalamet.
Leão XIV não veste Prada, mas tem colaborado religiosamente com o alfaiate italiano Filippo Sorcinelli, que cria vestes para o Vaticano há vários anos. Já vestiu Bento XVI e foi também responsável por vários modelos usados pelo Papa Francisco ao longo de mais de 10 anos.
O novo chefe da Igreja, porém, marcou uma rutura com o antecessor que tinha um “gosto simples e modesto”.
A publicação norte-americana destaca as roupas litúrgicas “mais ornamentadas” do atual Papa, com destaque para opções como uma capa de musselina de cetim vermelho e uma estola bordada a ouro, bem como o cordão de seda dourada ou pingente de cruz que as complementavam.
O resto da lista cruza universos tão distintos que vão do mundo do desporto ao cinema. Chalamet é um dos nomes mais celebrados pela revista devido às suas combinações ousadas, enquanto Bad Bunny é destacado pela forma como eclética como tem surgido nas passadeiras vermelhas.
Quem é o Papa Leão XVI?
Robert Francis Prevost nasceu em Chicago, em 1955, numa família de raízes diversas — mãe espanhola e pai de origem francesa e italiana — e cresceu no bairro operário de South Side. A rotina era simples. Viviam numa casa de tijolos comprada em 1949, entre jogos de baseball, mergulhos na piscina e viagens de comboio pela cidade.
Ele e os dois irmãos foram educados por religiosos da Ordem de Santo Agostinho, que viriam a ter um papel determinante na sua formação espiritual. Ainda em criança, organizava missas improvisadas com os irmãos e vizinhos. “Algumas crianças gostam de brincar à guerra e de ser soldados? Ele queria fazer de padre”, contou John Prevost, o irmão
Esta história é contada na biografia “Leão XIV: O Sucessor Inesperado”. Escrita pelo jornalista francês Christophe Henning, e que relata os dias que antecederam a sua eleição. A obra tem 136 páginas e pode ser adquirida em online.
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