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Charroque da Prrofundurra tem T-shirts e sweatshirts especiais para este Natal

Os modelos estão disponíveis no site da marca. Há outras sugestões com expressões típicas da cidade, claro.
Muito originais.

A famosa marca Charroque da Prrofundurra já está a antecipar o Natal. Tal como aconteceu no passado, lançou novas propostas de artigos temáticos para esta quadra natalícia, com as habituais expressões típicas da pronúncia charroca.

Os dois modelos de T-shirts e sweatshirts para homem, mulher e miúdo são em tons de preto, com duas mensagens à escolha: “Covid dizer ná prendas!” e “Apá sóce deslarrgame da mão”. Cada sweatshirt custa 25€.

Existem mais opções, em versão sweatshirt e T-shirt, com a mensagem: “Apá socé caga nisse”. Os modelos estão disponíveis no site da marca nos tamanhos S ao 2XL. Quem comprar as sweatshirts com os motivos natalícios ou o modelo “Apá sóce caga nisse” tem a oferta de uma caneca. 

Rui Garcia, formado em engenharia florestal, é o responsável pela marca. Tudo começou com a criação de um blogue de humor com textos originais e muitos “erres” à mistura, que se tornou um sucesso nas redes sociais. 

De uma brincadeira, o projeto evoluiu para uma marca Charroque da Prrofundurra, inspirada na figura do Charroque, um pescador setubalense que anda de traineira e está sempre metido em aventuras em alto-mar. 

Ahh miga… ‘tás assim cá do quê?, apá sóce deslarrgame da mão, és maio feio có batelão da Sécil, vais du ferry ó du catámarran?, apá sóce não me moias ou nã asses mai bogas cú lume tá fraque são algumas das frases mais emblemáticas que aparecem nos artigos da loja. 

A pronúncia charroca é uma das imagens de marca de Setúbal. Basta passar pela frente ribeirinha da cidade ou no Mercado do Livramento para ouvir os pregões dos pescadores dos comerciantes a carregar no ‘r’ em todas as expressões.

O que provavelmente muitos não sabem é como tudo nasceu. A resposta é mais simples do que pensa. Setúbal tinha várias fábricas de conservas e a maioria delas era gerida por empresários franceses. Por isso, para tentarem comunicar, os trabalhadores adicionavam o ‘r’ sempre que falavam com os patrões.

A seguir carregue na galeria para ver as propostas da coleção do Charroque da Prrofundurra.

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