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A jovem tradutora que criou uma marca de macramés e cerâmicas personalizadas

Desde miúda que Natasha Barata faz peças à mão. Porém, só durante a pandemia é que decidiu lançar o projeto BARATATA.
As peças são lindas.

Natasha Barata sempre foi apaixonada pelo mundo das artes. Tudo começou nas aulas de Educação Visual e Tecnológica, no ensino básico, onde aprendeu a fazer peças em cerâmica. Como morava na zona dos Quatro Caminhos, em Setúbal, a Olaria Nova era um espaço de paragem obrigatória.

“Gostava muito de acompanhar o trabalho deles. Depois normalmente comprava as minhas peças favoritas e pintava-as com tons coloridos”, conta Natasha, de 32 anos, à New in Setúbal.

Apesar de ter estudado Artes no secundário, Natasha tirou um curso de Engenharia Civil, mas rapidamente percebeu que não era aquela profissão que queria fazer para o resto da vida. Por isso, decidiu seguir a área de Tradução e foi estudar para Barcelona. Entre os dois cursos, trabalhou numa loja de tecidos, em Setúbal.

Durante os períodos de confinamento por causa pandemia, os trabalhos de tradução diminuíram muito, e Natasha sentiu que deveria arranjar uma atividade diferente para fazer. “Já adorava macramés, daí ter-me inscrito num workshop online de macramé de um atelier em Lisboa”, explica. A partir daí a jovem começou a ver mais tutoriais e vídeos no YouTube para aperfeiçoar as técnicas.

Como já tinha algumas peças, incentivada pela família, pensou em lançar um projeto próprio de decoração 100 por cento artesanal. E foi assim que nasceu a BARATATA (Handmade by Natasha Barata) em abril deste ano.

Na conta de Instagram vai encontrar vários modelos de macramés e peças de cerâmica feitas à mão decorativas e funcionais. Há, por exemplo, porta-chaves em macramé (8€), molduras simples (15€), prateleiras (desde 50€), porta-vasos, sinos, baloiços, entre outros. Um pormenor importante é que tudo é personalizável, ou seja, o cliente pode escolher os tons, o tecido e o design de cada peça.

Por enquanto, a venda é exclusivamente online através das páginas de Facebook e Instagram da BARATATA ou pelo email baratata.handmade@nullgmail.com. As entregas são em mão no concelho de Setúbal. Para o resto do País os envios seguem pelo correio.

Os fios usados nos macramés são de algodão e a maioria dos galhos são apanhados na serra da Arrábida. Todas as etiquetas da marca são feitas de madeira.

“Além de criar modelos com que as pessoas se identifiquem, procuro que a minha marca seja o mais sustentável possível, aproveitando alguns dos materiais que existem na natureza”, revela.

A responsável da marca explicou à NiS que, em breve, a coleção da BARATATA vai ter brincos e malas em macramé. A seguir, carregue na galeria para conhecer alguns dos modelos da marca.

 

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